Como tudo começou


Eu adoro festas infantis e se for dos meus filhos então, nem se fala.
Eu já tinha me aventurado em fazer algumas coisinhas para os aniversários dos meus mais velhos, mas nada muito elaborado, coisa simples. Mas quando comecei a pensar na festa de 1 ano da minha caçulinha, decidi que queria algo único, mas minhas pesquisas me desanimaram. Tudo muito caro, totalmente fora do meu orçamento.
Nessas pesquisas conheci as bonecas fofuchas, fiquei encantada  e resolvi que eu tinha que aprender a fazer para os centros de mesa da festa. Depois de muita procura achei várias dicas de vários blogs muito legais com dicas de como fazer as bonecas. Então comprei o material e mão na massa. Rasguei um tanto de EVA até conseguir pegar o jeito, mas as bonecas ficaram bem legais.
Centro de mesa, ponteira e fofucha big.
Todas prontas e sobrou um monte de EVA, daí me empolguei, fiz 40 ponteiras e uma boneca maior para colocar na mesa principal.
Como não ia alugar mesa decorada, resolvi que iria mandar fazer um bolo com o tema, decorar com uns docinhos e estava bom, mas o problema com o orçamento estava me perseguindo.

Pesquisa vai, pesquisa vem, encontrei uns bolos cenográficos de EVA, achei aquilo uma loucura, que pessoal mais criativo! Vou tentar fazer. Eu sem querer comprar mais nada, usei o que tinha em casa. Em vez de usar isopor, fiz com papelão. Cobri com o EVA que tinha sobrado das bonecas, isso mesmo, ainda tinha EVA, passei uma fita de cetim, coloquei umas flores de EVA, sentei a boneca maior sobre o bolo...e não é que ficou bonito.


Completei a decoração com umas bandejas de papelão, forminhas de origami, árvores de pompom e lata de leite e potinhos de papinha.
No fim de toda essa loucura, recebi vários elogios dos amigos, que custaram a acreditar que eu tinha feito tudo aquilo.
Passado um tempo, esses mesmos amigos começaram a fazer algumas encomendas e por fim me convenceram que eu devia ganhar um dinheirinho com o meu trabalho, já que eu estava em casa só por conta dos meus pequenos.

Cáulon, Maeve e Kirsi, CMK, minha fonte de inspiração.


Lidiane Souza
 

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